Histórias sobre esposas, amigas ou namoradas gigantes e as formas de domínio sobre seus maridos, amigos namorados miniaturizados.
terça-feira, 14 de maio de 2024
Gaiola de castidade por mau comportamento
Peter não conseguia acreditar que tinha chegado a esse ponto. Sua esposa, a belíssima e incrivelmente forte Marina, finalmente se cansou de ver constantemente o marido olhando os seios de outras mulheres. Ela decidiu resolver o problema com as próprias mãos e ensinar-lhe uma lição que ele nunca esqueceria.
Peter sempre teve um olhar um pouco errante quando se tratava de mulheres, mas nunca percebeu o quanto isso incomodava Marina até que ela finalmente explodiu e o confrontou sobre isso. Ele tentou negar e dar desculpas, mas Marina não aceitou. Ela havia decidido assumir o controle e acabar com o mau comportamento dele de uma vez por todas.
No dia seguinte, Marina presenteou Peter com uma pequena gaiola de metal para castidade. Ela explicou que ele teria que usá-lo o tempo todo, exceto durante uma hora por mês, quando ela permitiria que ele se masturbasse. A única maneira de remover a gaiola era com uma chave especial que ela manteria escondida dele.
Peter ficou chocado e humilhado, mas sabia que não devia discutir com Marina quando ela estava com esse humor. Ele humildemente permitiu que ela prendesse a gaiola em torno de seu pênis flácido, estremecendo quando o metal frio o envolveu.
Nos primeiros dias, Peter lutou para se ajustar à sua nova realidade. Ele se via pensando constantemente em sexo, mas não podia fazer nada a respeito. Cada vez que sentia a menor agitação em suas entranhas, ele se lembrava da gaiola que o segurava.
Mas à medida que os dias se transformavam em semanas, Peter começou a habituar-se à sua nova rotina. Ele descobriu que na verdade ansiava pelo momento único em cada mês em que Marina destrancaria a gaiola e permitiria que ele se masturbasse. Foi o único momento em que ele se sentiu verdadeiramente livre e fez questão de aproveitar ao máximo.
Um dia, enquanto Peter estava deitado na cama, se masturbando lentamente e saboreando cada momento, ouviu a porta do quarto se abrir. Ele olhou para cima e viu Marina parada na porta, observando-o com um pequeno sorriso no rosto.
O coração de Peter começou a disparar quando ele percebeu que era isso, sua única chance de se masturbar antes de ser posto em castidade, sabe-se lá por quanto tempo. Ele redobrou seus esforços, agarrando seu pênis com força e bombeando-o com golpes longos e lentos.
Marina observou por um momento, apreciando o prazer do marido. Mas então ela se aproximou, pairando sobre ele como uma giganta. Os olhos de Peter se arregalaram quando ele percebeu o quão pequeno e vulnerável ele era comparado a ela.
"Espero que você esteja gostando, Peter", disse Marina, com a voz baixa e sensual. "Porque é a última vez que você poderá fazer isso por um tempo."
Peter assentiu, incapaz de falar. Ele estava muito ocupado concentrando-se na incrível sensação que crescia em seu pênis. Ele podia sentir-se cada vez mais perto do limite e sabia que não iria durar muito mais tempo.
Quando ele estava prestes a gozar, Marina se abaixou e colocou a mão em seu peito. "Ainda não", ela disse, sua voz quase um sussurro.
Peter gemeu de frustração, mas sabia que não devia desobedecer à esposa. Ele se forçou a parar, embora cada fibra do seu ser gritasse por liberação.
Marina sorriu novamente, claramente gostando da situação difícil do marido. "Bom menino", disse ela, antes de se virar e sair do quarto, deixando Peter deitado na cama, seu pau ainda duro e dolorido para ser liberado.
Peter sabia que teria de esperar até o mês seguinte para se masturbar novamente, mas não pôde deixar de sentir uma sensação de excitação e antecipação. Ele sabia que seria uma jornada longa e difícil, mas estava pronto para isso. Ele estava pronto para provar a Marina que poderia mudar, que poderia ser um marido melhor.
E ao adormecer, não pôde deixar de pensar no incrível prazer que o aguardava no dia seguinte. Ele sabia que valeria a pena esperar.
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