Histórias sobre esposas, amigas ou namoradas gigantes e as formas de domínio sobre seus maridos, amigos namorados miniaturizados.
segunda-feira, 6 de maio de 2024
Joseph (45 anos) e a enteada gigante Natália (25 anos).
Joseph (45 anos) e a enteada gigante Natália (25 anos). Seja cauteloso, Joseph, pois Natália é dominadora e é muito maior do que você.
Joseph estava sozinho em casa há horas, pois sua enteada gigante, Natalia, havia saído para uma festa com as amigas. Ele era um homem pequeno, tanto em estatura quanto em personalidade, e muitas vezes se sentia ofuscado pela presença imponente de Natalia. Ela tinha mais que o dobro do tamanho dele, com pernas longas e curvas que poderiam fazer a cabeça de um homem girar.
Mas apesar do seu tamanho intimidante, Natalia sempre foi gentil com Joseph. Ela o tratou com respeito e nunca o fez se sentir pequeno, pelo menos não da maneira que importava. Ainda assim, ele não conseguia evitar ficar um pouco nervoso sempre que ela estava por perto. Era como se ele estivesse constantemente consciente do vasto diferencial de poder entre eles e nunca soubesse como agir.
Com o passar das horas, Joseph ficou entediado e decidiu explorar a casa. Ele nunca tinha estado no andar de cima, onde ficava o quarto de Natalia, e estava curioso para ver como era. Com cuidado, ele subiu a grande escadaria, com o coração batendo forte no peito.
Ao chegar ao topo, ficou surpreso ao descobrir que a porta de Natalia estava entreaberta. Ele hesitou por um momento, sem saber se deveria entrar, mas então ouviu um gemido suave vindo de dentro. A curiosidade tomou conta dele, ele empurrou a porta e entrou.
O que ele viu lhe tirou o fôlego. Natalia estava deitada na cama, completamente nua, o corpo iluminado pelo brilho suave do luar que entrava pela janela. Ela era ainda mais bonita do que ele imaginava, a pele lisa e perfeita, os seios cheios e firmes.
Joseph ficou ali, paralisado, enquanto Natalia continuava a gemer e se contorcer na cama. Ele podia ver o contorno do sexo dela através do tecido fino dos lençóis e sentiu seu próprio corpo responder. Sem perceber o que estava fazendo, ele se abaixou e começou a se tocar.
De repente, os olhos de Natalia se abriram e ela olhou para ele, um sorriso malicioso se espalhando por seu rosto. "Bem, bem, bem", disse ela, com a voz baixa e sedutora. "O que temos aqui?"
Joseph sentiu o rosto corar de vergonha. "E-me desculpe", ele gaguejou. "Eu não queria-"
"Não se desculpe", interrompeu Natalia, sentando-se na cama e balançando as pernas para o lado. "Eu estava prestes a me divertir um pouco e acho que você poderia ser a pessoa certa para me ajudar."
O coração de José deu um pulo. "O que você quer dizer?" ele perguntou, sua voz quase um sussurro.
Natalia levantou-se, elevando-se sobre ele, e estendeu a mão. "Venha aqui", disse ela, sua voz suave e autoritária. "Eu quero te mostrar algo."
Engolindo em seco, Joseph deu um passo à frente, com o corpo tremendo de excitação e medo. Ele nunca tinha estado tão perto de Natalia antes e não conseguia acreditar no jeito que ela estava olhando para ele. Era como se ela o estivesse vendo pela primeira vez e gostou do que viu.
Quando ele se aproximou, Natalia pegou sua mão e o conduziu até a cama. "Deite-se", ela ordenou, empurrando-o suavemente sobre o colchão.
Joseph fez o que lhe foi dito, com o coração batendo forte no peito enquanto Natalia subia na cama ao lado dele. Ela era muito mais alta que ele, e ele se sentia minúsculo e insignificante perto dela. Mas havia algo mais também: uma sensação de segurança e proteção, como se ele estivesse exatamente onde deveria estar.
Natalia estendeu a mão e começou a tocá-lo, seus dedos traçando padrões em seu peito e estômago. Ele engasgou quando ela se inclinou e sussurrou em seu ouvido, seu hálito quente e doce em sua pele. "Eu preciso ter um orgasmo", disse ela, com a voz baixa e urgente. "E eu quero que você me ajude."
A mente de Joseph disparou. Ele nunca tinha feito nada assim antes e não tinha certeza se estava pronto. Mas ao olhar para Natalia, com os olhos escuros de desejo, ele sabia que não poderia dizer não.
"Tudo bem", disse ele, com a voz trêmula. "Eu farei o que você quiser."
Natalia sorriu e se inclinou, os lábios roçando a orelha dele. "Bom menino", ela sussurrou, sua voz suave e aprovadora. "Agora, seja querido e coloque sua mão aqui."
Ela guiou a mão dele até seu clitóris e Joseph sentiu uma onda de excitação ao fazer contato com sua pele macia e quente. Ele nunca havia tocado uma mulher assim antes e não sabia o que fazer.
Mas Natalia pareceu sentir a incerteza dele e pegou a mão dele, guiando-a em movimentos circulares e lentos. "Assim," ela disse, sua voz quase um sussurro. "Bem desse jeito."
Joseph sentiu uma onda de excitação ao começar a explorar o corpo de Natalia. Ela era tão quente e macia, e ele não conseguia acreditar que a estava tocando daquele jeito. Ele sentiu o corpo dela ficar tenso e relaxado sob seus dedos, e ele sabia que estava fazendo algo certo.
"É isso", Natalia gemeu, com a voz baixa e rouca. "Bem desse jeito."
Joseph continuou a tocá-la, seus dedos movendo-se em círculos lentos e constantes enquanto os gemidos de Natalia ficavam mais altos e insistentes. Ele podia sentir o corpo dela tremendo sob seu toque e sabia que ela estava chegando perto.
"Não pare", ela ofegou, sua voz rouca de desejo. "Não se atreva a parar."
José gcerrou os dentes e se concentrou, seus dedos se movendo cada vez mais rápido enquanto o corpo de Natalia se contorcia e resistia embaixo dele. Ele podia sentir seu clímax crescendo, a tensão em seu corpo ficando cada vez mais apertada, até que finalmente, com um grito estrangulado, ela gozou.
Joseph sentiu o corpo dela convulsionar e relaxar, e ele sabia que tinha se saído bem. Ele nunca tinha visto uma mulher gozar assim antes e sentiu uma sensação de orgulho e realização.
Natalia desabou na cama, o corpo escorregadio de suor e tremendo com os tremores secundários. Joseph ficou ali deitado, com a mão ainda no clitóris dela, sentindo-se atordoado e surpreso.
Ele nunca havia experimentado algo assim antes e não sabia o que fazer a seguir. Mas ao olhar para Natalia, com os olhos semicerrados de prazer, ele teve certeza de uma coisa.
Ele era dela, de corpo e alma.
A transa terminou e Natalia voltou para casa trazendo consigo uma sensação de satisfação e contentamento. Ela se divertiu muito, mas agora estava pronta para relaxar e descontrair.
Ela subiu as escadas, seu corpo ainda vibrando de prazer pelo orgasmo anterior. Ela sabia que precisaria descansar e recarregar as energias antes de poder fazer isso de novo, mas não pôde deixar de se sentir um pouco desapontada porque a noite havia acabado.
Mas então ela se lembrou de Joseph e um sorriso apareceu em seu rosto. Ele tinha sido um menino tão bom, ajudando-a a atingir o clímax com seus dedos talentosos. Ela ficou surpresa com o quanto ele estava disposto a agradá-la e tinha que admitir que gostou de tê-lo à sua mercê.
Ela chegou ao quarto e abriu a porta, sentindo uma onda de excitação ao ver Joseph deitado em sua cama, ainda nu e tremendo de excitação. Ela o deixou assim, querendo prolongar a sensação de submissão e dominação que tanto desfrutava.
Agora, ao se aproximar da cama, ela podia ver a expressão de medo e excitação nos olhos dele, e sabia que ele era seu para fazer o que quisesse.
"Bom menino", disse ela, com a voz suave e aprovadora. “Você fez um trabalho tão bom antes. Acho que merece uma recompensa.”
Os olhos de Joseph se arregalaram quando Natalia subiu na cama ao lado dele, seu corpo enorme e imponente perto de sua forma pequena e trêmula. Ele não tinha ideia do que ela tinha reservado para ele, mas sabia que era impotente para resistir.
Natalia se inclinou e sussurrou em seu ouvido, seu hálito quente e doce em sua pele. "Quero que você seja meu travesseiro esta noite", disse ela, com a voz baixa e autoritária. "Eu quero que você deite aqui e me deixe babar em você."
A mente de Joseph disparou. Ele nunca tinha sido usado assim antes e não tinha certeza se estava pronto. Mas ao olhar para Natalia, com os olhos escuros de desejo, ele sabia que não poderia dizer não.
"Tudo bem", disse ele, com a voz trêmula. "Eu farei o que você quiser."
Natalia sorriu e se inclinou, os lábios roçando a orelha dele. "Bom menino", ela sussurrou, sua voz suave e aprovadora. "Agora feche os olhos e deixe-me cuidar de você."
Joseph fez o que lhe foi dito, seu corpo tremendo de excitação e medo enquanto Natalia subia na cama e se acomodava ao lado dele. Ele podia sentir o calor do corpo dela irradiando dela, e ele podia sentir o cheiro de seu suor e desejo.
Ele ficou ali deitado, com o corpo tenso e alerta, enquanto Natalia começava a babar. Foi uma sensação estranha e inesperada, e ele não tinha certeza se gostou. Mas à medida que a noite avançava e ele se sentia cada vez mais exausto, ele começou a relaxar e a se soltar.
Ele se entregou aos cuidados de Natalia, deixando que a baba cobrisse seu corpo e penetrasse em sua pele. Ele sabia que era dela agora, de corpo e alma, e estava contente em deixá-la fazer com ele o que quisesse.
À medida que a noite avançava e a baba continuava, Joseph sentiu-se cair num sono profundo e sem sonhos. Ele sabia que estava seguro e protegido e sabia que Natalia cuidaria dele.
Ele era seu bom menino e faria tudo o que ela pedisse. Mesmo que isso significasse ser seu travesseiro pelo resto da vida.
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