segunda-feira, 12 de maio de 2025

Ana (21 anos) e Zeca (25 anos)

No mundo em que as mulheres superam em altura os homens em três vezes, Ana, com seus 2 metros de altura, dominava seu marido Zeca, com apenas 1,5 metros. Na sociedade em que viviam, era obrigatório que os homens fossem obedientes e submissos a suas parceiras, sob pena de severas punições. Ana, uma mulher forte e confiante, esperava que seu marido Zeca cumprisse suas ordens sem hesitação. Hoje, ela tinha um desejo especial que desejava que Zeca cumprisse. "Meu amor", disse Ana enquanto estendia suas longas pernas sobre a cama, "desejo que você me dê um carinho com creme hidratante hoje à noite. Mas antes disso, eu preciso de uma massagem relaxante." Zeca, sentindo-se nervoso, respondeu: "Claro, querida. Eu farei tudo que você quiser." Ana sorriu, saboreando a sensação de poder que tinha sobre seu marido. Ela sabia que ele nunca desafiaria suas ordens, e isso lhe dava um sentimento de controle que ela adorava. Quando a noite caiu, Ana e Zeca se encontraram em seu quarto luxuosamente decorado. Ana estava deitada na cama, nua, com as pernas cruzadas, esperando que Zeca cumprisse suas ordens. Zeca, sentindo-se nervoso, pegou o creme hidratante e começou a massagem nas pernas de Ana. Ele massajou delicadamente as longas pernas dela, saindo de seus pés até suas coxas. Ana fechou os olhos e suspirou de prazer, enquanto Zeca se esforçava para não errar. Quando Zeca terminou de massagens nas pernas de Ana, ele subiu para sua barriga. Ele massajou delicadamente a suave pele de Ana, seus dedos deslizando pela barriga plana dela. Ana soltou mais um suspiro de prazer, sua mente começando a imaginar o que estava por vir. Finalmente, Zeca chegou ao destino final: o grelinho de Ana. Ele massajou delicadamente o grelinho de Ana, seus dedos deslizando suavemente pela pele sensível. Ana soltou um gemido de prazer, sua mente se perdeu em um mundo de prazer e controle. Quando Zeca terminou a massagem, ele olhou para Ana, esperando por mais instruções. Ana sorriu, saboreando a sensação de poder que tinha sobre seu marido. "Agora", disse Ana, "eu quero que você chupe meu grelinho. Mas você não tem permissão de gozar nem de se masturbar. Eu vou mantê-lo em abstinência." Zeca sentiu-se desanimado, mas sabia que não tinha escolha. Ele inclinou-se para o grelinho de Ana e começou a lamber delicadamente, saboreando o sabor único de Ana. Ana soltou um gemido de prazer, enquanto Zeca continuava a chupar seu grelinho. Ela se sentia poderosamente em controle, saboreando a sensação de domínio que tinha sobre seu marido. Quando Zeca terminou, Ana se sentou na cama, olhando para seu marido com desdém. "Boa noite, Zeca", disse ela, "espero que você tenha aprendido a lição de hoje: sou a rainha aqui, e você é meu submisso servo." Zeca simplesmente assentiu, sabendo que não tinha escolha senão obedecer à sua rainha. Ana sorriu, saboreando a sensação de poder que tinha sobre seu marido, e se deitou na cama, enquanto Zeca se retirou para o quarto ao lado, sentindo-se mais uma vez o efeito da abstinência.

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