segunda-feira, 12 de maio de 2025

O Jogo do Poder

Era uma noite tranquila quando Marina (30 anos) decidiu que algo precisava mudar. Ela e Lucas, de 35 anos, estavam casados há cinco anos, e embora o amor entre eles fosse forte, a rotina havia se instalado de uma forma que não a agradava. Marina era uma mulher confiante, assertiva, e sentia que faltava algo na intimidade do casal. Ela queria mais do que apenas cumplicidade; queria paixão, intensidade. Naquela noite, enquanto Lucas lia um livro na cama, Marina se aproximou com um olhar que ele conhecia bem. Era o olhar que antecedia uma de suas ideias ousadas. Ela sentou-se ao lado dele, tirou o livro de suas mãos e sussurrou: — A partir de hoje, as coisas vão ser diferentes. Lucas arqueou uma sobrancelha, curioso. — Diferentes como? — Você vai fazer exatamente o que eu mandar, quando eu mandar — ela disse, com um sorriso malicioso. Lucas riu, achando que era uma brincadeira, mas Marina não estava brincando. Ela se levantou, pegou suas mãos e o puxou para o centro do quarto. Com um movimento firme, ela o fez se ajoelhar diante dela. — Hoje, você vai me satisfazer — ela ordenou, com uma voz que não deixava espaço para questionamentos. Lucas hesitou por um momento, mas algo na postura de Marina o fez entender que ela estava falando sério. Ele olhou para ela, viu a determinação em seus olhos, e sentiu uma onda de excitação percorrer seu corpo. Ele sempre admirara a força dela, e agora, aquela força estava sendo direcionada para ele. Marina deslizou a calça para baixo, revelando sua pele macia e o aroma que Lucas já conhecia tão bem. Ele se inclinou para frente, obedecendo ao comando silencioso dela. Enquanto ele a tocava com os lábios e a língua, Marina colocou as mãos em sua cabeça, guiando-o com firmeza. — Isso — ela murmurou, enquanto sentia o prazer crescer dentro dela. — Você é meu, Lucas. E eu vou te ensinar a me satisfazer como eu mereço. A partir daquele dia, Marina assumiu o controle da intimidade do casal. Toda noite, ela o fazia se ajoelhar diante dela, e ele obedecia, não por obrigação, mas porque descobriu que adorava agradá-la. Ele amava a sensação de poder que ela emanava, a forma como ela o dominava com olhares e palavras. Com o tempo, a dinâmica entre eles se aprofundou. Marina explorou novos limites, sempre com o consentimento e a confiança de Lucas. Ela descobriu que gostava de ditar as regras, e ele descobriu que gostava de segui-las. O casal encontrou um novo equilíbrio, uma nova forma de se conectar que os deixava mais próximos do que nunca. E assim, todas as noites, Lucas se ajoelhava diante de Marina, não como um submisso, mas como um homem que amava sua esposa e estava disposto a fazer qualquer coisa para vê-la feliz. E Marina, por sua vez, se sentia mais poderosa e desejada do que nunca.

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