O Marido Cativo entre os lindos seios da sua esposa gigante e ciumenta: Um Conto de Ciúme e Paixão Flávia, de 35 anos, uma mulher conhecida por seu espírito ardente e ciúme intenso, estava sentada em sua luxuosa sala de estar conversando com sua melhor amiga, Sofia. Seu marido, Arnaldo, de 39 anos, um notório flertador, não estava em lugar nenhum. Sofia mal sabia que ele estava por perto, preso em uma prisão muito incomum. Enquanto as mulheres conversavam, as mãos de Flávia começaram a vagar até seu amplo seio. Ela segurou seus seios, seus dedos traçando círculos no tecido de sua blusa. De repente, ela riu, "Por favor, Sofia, deixe-me mostrar a você algo bastante... único." Com isso, ela levantou sua blusa, revelando a visão mais inesperada. Ali, aninhado entre seu decote, estava um pequeno Arnaldo, olhando para as duas mulheres com olhos arregalados e assustados. Ele estava miniaturizado, preso em um mundo onde as curvas de sua esposa eram montanhas e vales. Os olhos de Sofia se arregalaram em choque, sua mão voando para sua boca. "Flávia, o que é isso? Como...?" Flávia abaixou a blusa, um sorriso presunçoso brincando em seus lábios. "Eu cansei de seus modos mulherengos, seus flertes constantes. Então, tomei as rédeas da situação. Ou melhor, meu próprio... peito." Arnaldo, apesar de sua situação, ainda conseguiu parecer indignado. Sua voz era um mero sussurro, mas suas palavras eram claras. "Flávia, isso é loucura! Me deixe sair!" Flávia ignorou seus apelos, em vez disso, explicou: "Eu uso uma poção especial, uma que o encolhe a esse tamanho. Ele está assim há semanas. Eu nunca o deixo sair, nem mesmo para dormir. Eu o aperto com isso", ela disse, gesticulando para seus seios, "e ele fica lá até eu soltá-lo." Sofia estava sem palavras, seus olhos alternando entre Flávia e a pequena figura de Arnaldo. Ela não sabia o que pensar, o que sentir. Era uma situação bizarra, uma que ela nunca pensou que se encontraria. Flávia, no entanto, parecia imperturbável com toda a provação. Ela se serviu de uma taça de vinho, completamente à vontade com seu marido cativo. "Ele aprenderá a lição, Sofia. Ele aprenderá a me respeitar, a permanecer fiel. E se ele não fizer isso..." ela parou, um brilho perigoso em seus olhos. Arnaldo, ainda preso, só conseguia assistir enquanto sua esposa tomava um gole de vinho. Ele estava desamparado, preso em um mundo onde os desejos de sua esposa reinavam supremos. E quando Flávia olhou para ele, um pequeno sorriso brincando em seus lábios, ele sabia que estava em uma longa e solitária jornada. Conforme a noite avançava, Flávia e Sofia continuaram a conversar, suas vozes enchendo o quarto. Arnaldo, preso entre os seios de Flávia, só conseguia ouvir. Ele era um prisioneiro do ciúme de sua esposa, um prisioneiro de sua paixão. E ele sabia que permaneceria assim até que Flávia decidisse o contrário. E assim, a noite passou, uma noite cheia de conversa, vinho e um pequeno marido cativo. Foi uma noite como nenhuma outra, uma noite que seria lembrada por muitos anos. E enquanto Flávia e Sofia riam, seus copos tilintando em comemoração, Arnaldo só podia esperar, preso e sozinho, até que sua esposa decidisse que sua punição havia acabado.
Histórias sobre esposas, amigas ou namoradas gigantes e as formas de domínio sobre seus maridos, amigos namorados miniaturizados.
segunda-feira, 12 de maio de 2025
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