Em um mundo distante, as mulheres eram gigantescas, imponentes e dominantes, enquanto os homens raramente ultrapassavam os 20 centímetros de altura. A sociedade era moldada por essa diferença física, e as relações entre homens e mulheres eram frequentemente marcadas por um jogo de poder e submissão. Telma, uma mulher de 30 anos, era um exemplo perfeito dessa dinâmica. Ela era alta, forte e dona de uma beleza que intimidava. Seu marido, José, com seus 35 anos e 18 centímetros de altura, era um homem inteligente e trabalhador, mas vivia sob o controle absoluto de Telma. Telma era ciumenta. Excessivamente ciumenta. O fato de José trabalhar em um escritório cheio de mulheres bonitas e de tamanho normal a deixava possessiva. Para garantir que ele nunca a trairia, ela o mantinha preso em um pequeno vidrinho de vidro, com tampa perfurada para que ele pudesse respirar. O vidrinho era transparente, e José podia ver o mundo lá fora, mas nunca tocá-lo. Era sua prisão, seu refúgio e sua humilhação. Todos os dias, Telma brincava com ele. Ela colocava o vidrinho na mesa, olhava para ele com um sorriso malicioso e dizia: — Se você conseguir sair do vidrinho em trinta minutos, estará livre. Mas sabemos que isso nunca vai acontecer, não é? José tentava. Ele empurrava a tampa, batia nas paredes de vidro, mas nunca conseguia escapar. Telma assistia, divertida, enquanto ele se esforçava em vão. Era um jogo cruel, mas ela adorava. --- **O Desafio de Hoje** Hoje, porém, Telma decidiu elevar o jogo a um novo patamar. Ela pegou o vidrinho com José dentro e o segurou na frente do rosto, com um olhar que misturava desejo e dominação. — Hoje, meu amor, vamos mudar um pouco as regras — ela disse, com uma voz suave e sedutora. José olhou para ela, confuso e apreensivo. Ele não sabia o que esperar, mas sabia que Telma sempre tinha algo em mente. Ela caminhou até o quarto, sentou-se na cama e colocou o vidrinho entre suas pernas. Com movimentos lentos e deliberados, ela abriu as pernas e colocou o vidrinho diretamente sobre seu grelinho. José sentiu o calor emanando dela, e o vidro começou a embaçar levemente. — Se você conseguir sair do vidrinho em trinta minutos, estará livre — ela repetiu, com um sorriso ainda mais malicioso. — Mas desta vez, o desafio será um pouco mais... interessante. José olhou ao redor. As paredes de vidro estavam quentes, e o ar dentro do vidrinho começava a ficar úmido. Ele tentou empurrar a tampa, mas ela não se moveu. Tentou gritar, mas sua voz era tão pequena que Telma mal podia ouvi-lo. Telma riu, baixo e rouco, enquanto observava José se debater. Ela sabia que ele nunca conseguiria escapar, mas adorava vê-lo tentar. Era uma forma de afirmar seu controle, sua dominação. — Você é meu, José — ela sussurrou, enquanto fechava os olhos e se deixava levar pela sensação de poder. — Sempre será. --- **A Dinâmica do Poder** Enquanto o tempo passava, José continuou tentando escapar, mas suas forças começaram a se esgotar. O calor, a umidade e a falta de espaço tornavam cada movimento mais difícil. Ele olhou para Telma, que parecia estar em transe, e sentiu uma mistura de raiva, frustração e, para sua surpresa, excitação. Telma, por sua vez, estava completamente no controle. Ela sabia que José nunca escaparia, mas a ideia de tê-lo tão próximo, tão vulnerável, a excitava de uma forma que ela mal conseguia explicar. Era uma dança de poder, uma troca de papéis que só eles entendiam. Quando os trinta minutos finalmente terminaram, Telma pegou o vidrinho e o colocou de volta na mesa. Ela olhou para José, que estava exausto e suado, e sorriu. — Outro dia, outra tentativa — ela disse, com um tom de voz que era ao mesmo tempo carinhoso e dominador. — Mas você sabe que nunca vai escapar, não é? José não respondeu. Ele sabia que Telma estava certa. E, de alguma forma, ele também sabia que, no fundo, não queria escapar. Era um jogo perverso, mas era o jogo deles.
Histórias sobre esposas, amigas ou namoradas gigantes e as formas de domínio sobre seus maridos, amigos namorados miniaturizados.
segunda-feira, 12 de maio de 2025
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