Tainara, uma mulher de 25 anos, sempre teve um fetiche particular. Ela gostava de manter seu marido preso dentro da sua boca, chupando-o com prazer, saboreando o sabor do suor salgado do marido. Para ela, isso era uma forma de domínio e intimidade profunda. O marido de Tainara, apesar de ter se adaptado a essa rotina, muitas vezes se sentia impotente, querendo escapar desesperadamente. Por mais que ele implorasse e tentasse se libertar, Tainara mantinha-o firmemente preso dentro de sua boca, como se fosse uma prisão. A cada dia, o marido de Tainara tinha que limpar os dentes e a língua dela. Era uma tarefa que ele realizava com um sentimento misterioso de submissão e domínio. Tainara, por sua vez, gostava de se sentir poderosa e desejada, enquanto seu marido se debatia dentro de sua boca. As noites eram as mais intensas para o casal. Tainara, sempre desejosa, manteria seu marido preso dentro de sua boca por horas, apertando-o firmemente, enquanto ela chupava e saboreava seu sabor. Às vezes, ela permitia que ele respirasse, mas apenas por um breve instante, antes de voltar a se encaixar em sua boca. Apesar de tudo isso, o marido de Tainara não podia negar que havia algo excitante nessa rotina. Ele gostava de sentir o calor da boca de Tainara, enquanto ela o chupava com prazer. Ele sabia que, embora ele nunca tivesse qualquer chance de escapar, ele também nunca estaria sozinho. E assim, Tainara manteve seu marido preso dentro de sua boca, todos os dias, curtindo a intimidade que eles compartilhavam. E, apesar de tudo, eles continuaram a se amar, apesar das circunstâncias peculiares de sua relação.
Histórias sobre esposas, amigas ou namoradas gigantes e as formas de domínio sobre seus maridos, amigos namorados miniaturizados.
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