terça-feira, 27 de janeiro de 2026

A Adoração dos Pés
My Spicy Vanilla
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Chapter 1

A Adoração dos Pés

Rita domina seu marido em uma cena de adoração e humilhação, onde ele é forçado a beijar e lamber seus pés, provando sua submissão absoluta.

O sol da tarde filtrava-se pelas cortinas de seda preta, pintando listras douradas no chão de mármore frio do quarto. O ar estava pesado, carregado com o perfume doce e intoxicante de óleo de coco misturado ao suor fresco—um aroma que se colava à pele como uma segunda camada. No centro do ambiente, dominando o espaço com sua presença imponente, estava Rita. Sua altura de dois metros e meio fazia com que até os móveis mais altos parecessem diminutos ao seu redor. A pele, escura como ébano polido, brilhava sob a luz difusa, realçando cada curva generosa de seu corpo, envolto em um robe de seda vermelha que mal conseguia conter seus seios firmes e cheios. As tranças finas e bem cuidadas caíam até a cintura, balançando levemente a cada movimento, como serpentes dóceis ao vento.

Seus pés, descalços e imaculados, repousavam sobre um pufe de veludo preto, as unhas pintadas de um vermelho sangue, tão brilhantes que pareciam úmidas. Os dedos longos e esculpidos se moviam com uma graça felina, como se fossem obras de arte vivas, feitas para serem adoradas. Ela observava, com um sorriso lento e perverso, o homem ajoelhado a seus pés. Seu marido. Um homem de estatura média, musculatura definida, mas que, na presença dela, parecia encolher-se, reduzido a nada mais que um servo tremulo.

Mais baixo — sua voz era um ronronar profundo, quase um growl, que ecoava pelas paredes como um comando divino. — Ajoelha direito, seu inútil. Sua testa precisa encostar no chão.

Ele obedeceu sem hesitar, os joelhos afundando na pelúcia grossa do tapete persa enquanto curvava a coluna, esticando os braços à frente como um penitente em busca de perdão. A respiração dele era ofegante, o calor do próprio corpo aprisionado entre o chão e o peito nu, suado. Podia sentir o cheiro dos pés dela—uma mistura intoxicante de loção de karité, sal e algo primitivo, quase animal, que fazia seu estômago revirar de desejo e submissão.

Rita esticou uma perna, deslizando o pé esquerdo até que a planta quente e macia repousasse sobre a nuca do marido. Ele estremeceu, mas permaneceu imóvel, sabendo que qualquer movimento não autorizado seria punido. Os dedos dela se flexionaram, as unhas afiadas arranhando levemente a pele sensível atrás de sua orelha, como se estivesse marcando território.

Você sabe por que está aí, não sabe? — ela perguntou, mais como uma afirmação do que uma pergunta. A voz era melódica, mas carregada de uma autoridade que não admitia réplica. — Porque você é meu. Cada parte sua me pertence. Cada suspiro, cada gota de suor, cada pensamento sujo que passa por essa cabeça vazia.

Ele engoliu em seco, sentindo a pressão do pé dela aumentar, empurrando seu rosto com mais força contra o tapete. O tecido áspero arranhava sua bochecha, mas a dor era apenas um detalhe diante da humilhação deliciosa que inundava seus sentidos.

Sim, senhora — murmurou, a voz abafada pelo tecido. — Eu sou seu.

Rita riu, um som rico e gutural que vibrou por todo o quarto. Com um movimento lento e calculado, ela retirou o pé da nuca dele e o deslizou pela coluna, descendo até a cintura, onde pressionou com força suficiente para fazê-lo arquear as costas. Ele gemeu baixo, uma mistura de dor e prazer, enquanto as solas quentes dela queimavam através da camisa fina que ainda vestia.

Tire isso — ela ordenou, chutando levemente a camisa com o dedão do pé. — Não quero nada entre a minha pele e a sua boca.

As mãos dele tremiam ao obedecer, arrancando a peça de roupa e jogando-a de lado. Agora nu da cintura para cima, sentia o ar frio do quarto beijar sua pele úmida, enquanto os olhos de Rita o devoravam com um olhar faminto, como se estivesse avaliando um banquete.

Agora, rasteje — ela comandou, apontando com o dedão do pé direito para o espaço entre suas coxas. — Venha provar o que é seu de direito.

Ele não hesitou. Arrastou-se para frente, as palmas das mãos pressionadas contra o chão, os músculos dos braços tremendo com o esforço de se mover devagar, como se cada centímetro fosse uma concessão que ela poderia revogar a qualquer momento. Quando finalmente chegou perto o suficiente, o cheiro dela o envolveu por completo—um buquê de poder, feminilidade e algo selvagem, como o aroma de uma predadora no auge de sua caça.

Rita afastou levemente as pernas, apenas o suficiente para que ele visse a sombra úmida entre suas coxas, escondida sob a seda do robe. Mas não era isso que ela queria agora. Com um movimento rápido, ela levantou o pé esquerdo e o pressionou contra o peito dele, empurrando-o para trás até que ele estivesse sentado sobre os calcanhares, olhando para cima, os lábios entreabertos, os olhos vidrados de necessidade.

Não é ali que você vai beijar, seu idiota — ela sussurrou, inclinando-se para frente apenas o suficiente para que o robe se abrisse um pouco mais, revelando a curva interna de uma coxa escura e sedosa. — É aqui.

Ela apontou para a sola do próprio pé, agora a apenas centímetros do rosto dele. A pele ali era macia, quase aveludada, mas com uma textura firme, como se fosse esculpida para ser adorada. As linhas dos pés dela eram perfeitas, os dedos longos e elegantes, as unhas vermelhas como rubis polidos.

Comece pelos dedos — ela ordenou, recostando-se no pufe, as mãos apoiadas atrás do corpo, os seios pressionados para cima, criando um vale profundo entre eles. — Lamba cada um. Devagar. E se eu sentir seus dentes, juro por Deus que você vai passar a semana dormindo no chão.

Ele não ousaria desobedecer. Inclinou-se para frente, os lábios tremendo ao se aproximarem do dedão do pé esquerdo dela. O cheiro era mais intenso aqui—salgado, terroso, uma essência que o fazia salivar. Quando finalmente tocou a ponta da língua na pele quente, um arrepio percorreu seu corpo, como se tivesse sido eletrocutado. O gosto era uma explosão: sal, um toque de loção, e algo indescritivelmente ela.

Rita suspirou, os dedos dos pés se curvando levemente enquanto ele trabalhava, lambendo cada dedinho com uma devoração quase religiosa. Ela observava, os olhos semicerrados, os lábios entreabertos, enquanto a língua dele deslizava entre os dedos, explorando cada recanto, cada linha. Quando ele chegou ao mindinho, ela flexionou o pé, pressionando-o contra a boca dele, forçando-o a abrir mais, a aceitar mais dela dentro de si.

Isso — ela murmurou, a voz rouca de prazer. — Assim. Mostra pra sua senhora como você adora seus pés.

Ele gemeu contra a sola dela, as mãos se crispando no tapete enquanto a língua percorria o arco do pé, subindo até o calcanhar, onde a pele era mais grossa, mais resistente. Rita arqueou as costas, um som gutural escapando de sua garganta quando ele chupou levemente a área sensível logo abaixo dos dedos.

Mais — ela exigiu, empurrando o pé com mais força contra o rosto dele. — Me faz gozar só com essa boca.

Ele não precisava de mais incentivo. Agora, estava perdido na adoração, as mãos subindo para segurar o tornozelo dela, os dedos afundando na carne macia enquanto a língua trabalhava sem parar. Cada lambeida era um ato de devoción, cada chupada uma prece. Os gemidos dela enchiam o quarto, misturando-se aos sons molhados de sua boca, criando uma sinfonia de submissão.

Rita segurou a cabeça dele com o outro pé, os dedos afundando em seus cabelos, guiando-o, controlando-o. Ela movia o pé em círculos, esfregando-o contra a língua dele, como se estivesse usando seu rosto para se aliviar. Os músculos das coxas dela tremiam, o corpo inteiro tenso, à beira de algo.

Assim, seu cachorro — ela ofegou, as unhas arranhando seu couro cabeludo. — Lamba como se sua vida dependesse disso. Porque depende.

Ele não tinha dúvidas disso. Nada importava mais do que aquele momento, do que a sensação dos pés dela em sua boca, do gosto dela em sua língua, do som de sua voz rouca ordenando, exigindo, dominando. Quando ela finalmente gozou, foi com um grito abafado, as coxas se fechando com força enquanto o corpo todo estremecia. Ela empurrou o pé com mais força contra a boca dele, como se quisesse afundá-lo, marcá-lo por dentro, e ele aceitou tudo, engolindo cada segundo, cada ordem, cada gota de sua humilhação.

Quando ela finalmente retirou o pé, estava ofegante, os olhos brilhando com uma satisfação cruel. Ele permaneceu ajoelhado, os lábios inchados, o queixo molhado, olhando para cima como um mendigo esperando migalhas.

Rita sorriu, passando o dedão do pé pelo lábio inferior dele, espalhando a própria umidade sobre a pele sensível.

Bom garoto — ela murmurou, a voz ainda trêmula do orgasmo. — Mas ainda não acabou. Agora, você vai beijar o outro pé. E desta vez... — ela inclinou-se para frente, os seios quase escapando do robe enquanto sussurrava no ouvido dele — ...você não para até eu dizer.

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