segunda-feira, 3 de junho de 2024

Juma (20 anos) e seu escravo Júlio (22 anos)

Na antiga cidade de Hattusa, capital do império hitita, vivia uma jovem donzela chamada Juma. Ela era uma beleza estonteante, com cabelos longos e escuros que escorriam pelas costas em ondas grossas e brilhantes. Seus olhos eram escuros e expressivos, e sua pele era da cor da canela. Ela era filha de 20 anos de um rico comerciante e tinha sido criada com todos os luxos que o reino podia oferecer. Mas Juma não se contentava com sua vida de facilidade e privilégio. Ela ansiava por algo mais, algo que ela não conseguia colocar o dedo. Ela passava seus dias vagando pelos mercados e templos da cidade, procurando algo para preencher o vazio dentro dela. Um dia, enquanto explorava o mercado perto das docas, Juma se deparou com um mercado de escravos. Ela nunca tinha visto nada parecido antes, e ficou fascinada e revoltada com a visão de tantas pessoas sendo compradas e vendidas como meros objetos. Ao passear pela multidão, ela se deparou com um jovem que chamou sua atenção. Era um escravo, não mais do que 22 anos, de pele azeitona e cabelos escuros e encaracolados. Seus olhos eram da cor do chocolate, e pareciam guardar uma profundidade de tristeza e saudade que puxava o coração de Juma. Ela se aproximou do traficante de escravos que o exibia e perguntou se poderia falar com o jovem. O comerciante, um velho grisalho de bigode grosso, dirigiu-se a Juma e disse: 'Claro, minha senhora. Ele é um dos meus melhores espécimes. Um jovem forte, saudável, perfeito para todas as suas necessidades." Juma ignorou as palavras grosseiras do homem e, em vez disso, focou-se no jovem diante dela. Ela podia ver o medo e a incerteza em seus olhos, e sentiu um súbito desejo de protegê-lo. Ela perguntou-lhe o nome, e ele respondeu com uma voz suave e acentuada: "Júlio, minha senhora". Juma sabia naquele momento que tinha que ter Júlio para si. Ela ofereceu ao comerciante uma bela quantia de ouro para o jovem, e ele rapidamente concordou. Em poucos minutos, Julio era dela, e Juma o levou para longe do mercado, com o coração batendo de emoção. Nos dias seguintes, Juma e Júlio se aproximaram. Ela o tratava com gentileza e respeito, algo que ele nunca conhecera como escravo. Ela o alimentou bem, e o deixou descansar e se recuperar de sua longa jornada. E, como ela havia prometido, permitiu que ele atendesse a todas as suas necessidades. Juma logo descobriu que Júlio tinha um dom para massagem. Ele misturava óleos e cremes perfumados e esfregava-os suavemente em sua pele, aliviando qualquer tensão ou dor. Ele amassava seus músculos com suas mãos fortes, e ela gemia de prazer enquanto ele trabalhava sua magia. Juma também descobriu que tinha um forte desejo por Júlio. Ela se viu observando-o enquanto ele se movia em torno de suas câmaras, seu corpo magro e musculoso, sua pele brilhando de suor. Ela desejava tocá-lo, sentir sua pele contra a dela, sentir o gosto de seus lábios. Certa noite, enquanto Júlio lhe fazia uma massagem, Juma não resistia mais aos seus desejos. Ela estendeu a mão e tocou seu rosto, traçando seus dedos ao longo de sua mandíbula e descendo por seu pescoço. Júlio olhou para ela, com os olhos arregalados de surpresa e choque. Mas Juma também podia ver um lampejo de desejo em seu olhar, e ela sabia que ele a queria tanto quanto ela o queria. Ela se levantou e puxou Júlio para os pés dele. Ela o levou para sua cama, e eles caíram sobre os lençóis macios e sedosos. Juma puxou Júlio para perto, e eles se beijaram profundamente, suas línguas explorando a boca um do outro. As mãos de Julio percorriam o corpo de Juma, acariciando seus seios e provocando seus mamilos. Juma gemia de prazer, e encostava os quadris no de Júlio, sentindo a dureza dele contra ela. Juma sabia que queria Júlio dentro dela e o guiou até sua entrada. Ele entrou nela devagar, centímetro a centímetro, e Juma ofegou de prazer enquanto a enchia. Eles se moviam juntos, seus corpos lisos de suor, seus gemidos e suspiros enchendo a sala. Juma sentiu uma onda de prazer tomar conta dela, e ela gritou quando chegou, seu orgasmo intenso e desgastante. Julio seguiu logo em seguida, seu corpo estremecendo com a liberação. Juma e Julio deitavam-se juntos, com os corpos entrelaçados, a respiração lenta e constante. Juma sabia que tinha encontrado o que procurava há todos aqueles dias no mercado. Ela havia encontrado uma conexão, um vínculo, algo que ia além do mero prazer físico. Ela havia encontrado o amor. E assim, Juma e Julio viveram seus dias em êxtase, explorando o corpo e a alma um do outro. Passavam horas nos braços um do outro, se beijando, tocando e amando. E, todas as noites, Julio fazia uma massagem em Juma, aliviando qualquer cansaço ou estresse e ajudando-a a relaxar e descontrair. Juma sabia que nunca deixaria Júlio ir. Ele era dela, de corpo e alma, e ela o protegeria e o amaria pelo resto de seus dias. E Júlio, por sua vez, sabia que havia encontrado sua casa, seu santuário, nos braços de Juma. Ele a serviria e a amaria, de todo o coração e alma, pelo resto de seus dias. E assim, na antiga cidade de Hattusa, uma jovem donzela hitita e um escravo romano encontraram amor e felicidade nos braços um do outro. E eles viveram seus dias em êxtase, seu amor brilhando intensamente para todos verem.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Pés de Dona ...