Cativo dos Caprichos de Lucélia
No mundo de Eldara, as mulheres eram gigantescas deusas, enquanto os homens eram pequenos, frágeis e, para muitas delas, meras posses a serem mimadas… ou dominadas. A sociedade havia sido moldada para que os homens nunca tivessem controle sobre seus destinos. Eles existiam apenas para servir, entreter e satisfazer as vontades de suas companheiras colossais.
E Lucélia, de 29 anos, uma deslumbrante morena de cabelos longos e trançados, gostava de lembrar seu marido disso todos os dias.
Marcos, de 40 anos, era seu pequeno marido, um homem de apenas 50 centímetros de altura, mantido sob seu domínio absoluto. Mas não era apenas o tamanho que definia sua submissão. Lucélia o mantinha trancado em uma gaiola de castidade há anos. Ele nunca havia conseguido se libertar. E ela se certificava de que ele sempre lembrasse disso.
— Vamos jogar nosso jogo, amor? — Lucélia sussurrou, sentada em seu enorme sofá, segurando um copo de vinho com a ponta dos dedos.
Ela se inclinou para frente, permitindo que seus cabelos trançados deslizassem pelo ombro. O brilho dourado da iluminação refletia contra sua pele morena e sedosa. Ela era uma visão divina. Uma visão que Marcos nunca poderia tocar.
— Se conseguir tirar sua gaiola de castidade, eu deixo você me ter esta noite.
Marcos sentiu o corpo se enrijecer, mas já sabia o resultado. Ele nunca conseguiria. A fechadura era inviolável, e Lucélia era a única com a chave.
Mas hoje ela queria algo diferente.
— Mas antes, eu quero um show.
Ela estendeu um microfone para ele e sorriu.
— Cante para mim, meu amor. Faça meu entretenimento.
Marcos hesitou. Ele sabia que não tinha escolha. Sua vida era obedecer aos caprichos de Lucélia. Ele segurou o microfone e começou a cantar. Sua voz era trêmula no começo, mas logo ganhou força.
Lucélia sorriu, apreciando cada segundo. Ela se recostou no sofá, as pernas cruzadas, sentindo-se a dona absoluta daquele momento. Seu pequeno marido cantava para ela, impotente, desesperado. Ele queria, precisava, ansiava por ela… mas estava condenado a apenas desejar.
E isso era exatamente como ela gostava.
Quando a música terminou, Lucélia bateu palmas devagar, os olhos escuros brilhando de satisfação.
— Muito bem, meu amor… Agora vá dormir, e amanhã jogamos de novo.
Ela riu suavemente e apagou as luzes, deixando Marcos ali, trancado na sua própria frustração, sabendo que jamais conseguiria o que tanto queria.
Histórias sobre esposas, amigas ou namoradas gigantes e as formas de domínio sobre seus maridos, amigos namorados miniaturizados.
segunda-feira, 12 de maio de 2025
Cativo dos Caprichos da esposa Lucélia
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