Eu estava sentado na beira da cama, as mãos descansando sobre as pernas, tentando manter a postura enquanto observava Marina se mover pelo quarto. Meu coração batia forte, e minha respiração já estava descompassada. Era sempre assim quando ela decidia me provocar. Marina sabia exatamente o efeito que tinha sobre mim. Seu corpo era um templo de curvas hipnotizantes, pele dourada e macia, cabelos escuros caindo em ondas sobre os ombros. Ela usava uma lingerie vermelha rendada, o tecido quase transparente revelando a pele por baixo. Seus pés descalços deslizavam pelo chão enquanto ela começava a dançar, seus quadris balançando lentamente ao ritmo de uma música baixa que tocava no fundo. Eu engoli em seco. Minha excitação já pulsava dolorosamente contra o dispositivo de castidade que ela mesma havia trancado em mim há semanas. — Gosta do que vê, meu amor? — ela sussurrou, sua voz carregada de provocação. Assenti, sentindo minha masculinidade latejar dentro do confinamento de metal. — Aposto que sim — ela riu, mordendo o lábio enquanto descia lentamente até o chão, abrindo as pernas e inclinando o quadril para frente, exibindo seu sexo coberto apenas por uma tira fina de renda. Minha boca secou. Eu queria tocá-la. Queria me aliviar. Mas eu sabia que não podia. Marina adorava me torturar dessa maneira. Desde que colocou o dispositivo de castidade em mim, ela me fez entender que o controle do meu prazer estava completamente em suas mãos. Se eu fosse obediente, talvez – apenas talvez – ela me deixasse gozar no final do mês. Mas se eu ousasse desobedecê-la, minha punição seria severa. Ela se aproximou, ficando de pé à minha frente. Com um movimento lento, puxou a calcinha para o lado, revelando-se completamente para mim. — Aposto que você daria tudo para tocar — ela murmurou, passando os dedos devagar pelo próprio sexo úmido. Minha respiração falhou. Meu membro se apertou contra a jaula de castidade, e eu soltei um gemido frustrado. Ela riu baixo, se inclinando sobre mim, os seios quase tocando meu rosto. — Mas você não pode, não é? — provocou, deslizando os dedos sobre minha mandíbula, traçando meu queixo com a ponta das unhas. Eu balancei a cabeça, sentindo a submissão tomar conta de mim. — Não, senhora — murmurei. Marina sorriu satisfeita e deslizou lentamente sobre meu colo, sua intimidade quase roçando minha pele, mas sem nunca me tocar completamente. Ela esfregava seu sexo no meu abdômen, seus quadris ondulando devagar, enquanto mordia o lábio e soltava pequenos gemidos de prazer. — Você gosta de me ver assim, não é? Se contorcendo de desejo, sabendo que não pode fazer nada a respeito… — sussurrou, inclinando-se para lamber minha orelha. Meu corpo inteiro tremeu. Minhas mãos estavam cerradas em punhos ao meu lado, meu corpo em chamas com a tortura deliciosa que ela me impunha. Ela continuou se esfregando contra mim, cada vez mais ofegante, seu prazer aumentando enquanto eu apenas assistia, impotente. Marina era uma deusa no controle total, e eu não era nada além de seu escravo. Quando ela começou a gozar, sua voz se tornou mais rouca, mais intensa. Ela agarrou meus ombros, o corpo estremecendo em cima de mim, sua excitação se espalhando pela minha pele enquanto gemia meu nome. Eu sentia o cheiro do seu prazer, o calor do seu corpo, mas não podia fazer nada além de assistir. E então, quando finalmente se acalmou, Marina deslizou os dedos pelo próprio sexo molhado e levou até minha boca. — Chupe. Obedeci sem hesitação, saboreando seu gosto, meu desejo só aumentando. Ela sorriu, satisfeita, e me puxou pelo queixo, olhando dentro dos meus olhos. — Você tem sido um bom menino… — murmurou, e meu coração acelerou. — Eu… eu fui obediente, senhora? — perguntei, cheio de esperança. Ela mordeu o lábio, como se pensasse. — Sim. Mas ainda não é o final do mês — sussurrou. Meu estômago revirou de frustração e desejo ao mesmo tempo. Ela riu e se levantou, caminhando nua até o banheiro, me deixando ali, completamente à mercê do seu controle. Eu suspirei. Ainda restavam dias até que minha libertação fosse concedida… se ela permitisse. E eu não podia fazer nada além de esperar e continuar obediente.
Histórias sobre esposas, amigas ou namoradas gigantes e as formas de domínio sobre seus maridos, amigos namorados miniaturizados.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Pés de Dona ...
-
Ela era uma mulher tão linda e imponente, que sempre chamava a atenção por onde passava. Seu sorriso encantador e sua postura dominadora era...
-
Desde que a nova caixa da padaria abriu à minha frente, meu mundo se transformou em um universo de sensualidade e erotismo. Todo dia, às...
Nenhum comentário:
Postar um comentário