segunda-feira, 12 de maio de 2025

O Mini Escravo de Roberta (25 anos).

Eu não sabia exatamente como aquilo aconteceu. Um dia, eu era um homem comum, e no outro, estava reduzido a um tamanho ridículo, trancado dentro de uma gaiolinha para hamsters. Mas uma coisa era certa: Roberta estava adorando cada segundo do meu novo estado. Ela sempre teve uma personalidade dominadora, mas agora… agora ela tinha controle absoluto sobre mim. Sentada na cama, vestindo apenas um robe de seda que mal cobria suas curvas, Roberta me observava com um sorriso predador. Suas pernas cruzadas, os pés descalços balançando levemente no ar, e os olhos brilhando de pura diversão enquanto me fitava dentro da minha jaula. — Vamos, amorzinho… hora do show — ela disse, com a voz suave, mas carregada de autoridade. Suspirei, sabendo que não tinha escolha. Todos os dias, Roberta exigia que eu dançasse para ela. Com meu corpo diminuto, eu me movia sobre o chão da gaiola, balançando os quadris, tentando imitar os movimentos sensuais que ela tanto gostava. A cada passo, seus olhos ficavam mais atentos, seus lábios mais entreabertos. Ela adorava me ver assim, totalmente vulnerável, dançando para seu bel-prazer. — Isso, muito bem… — ela murmurou, mordendo o lábio inferior. Mas não era só a dança. Quando ela já estava satisfeita com minha performance corporal, apontava para o microfone minúsculo que havia colocado ali dentro. Era um brinquedo infantil adaptado, mas a acústica da gaiola fazia minha voz ecoar por todo o quarto. — Agora, canta para mim — ordenou, estalando a língua. Meu rosto esquentou. Eu já sabia qual música ela queria. Ela sempre escolhia suas favoritas. Respirei fundo e comecei a cantar. Minha voz pequena preenchia o espaço, e Roberta fechou os olhos, sorrindo, aproveitando o momento. Ela se inclinou na cama, abrindo um pouco o robe, revelando a pele dourada por baixo. A cada nota, eu via seu prazer aumentar. — Hmmm… eu adoro quando você me obedece — ela sussurrou, passando as mãos pelo próprio pescoço, descendo até o colo. Meus joelhos estavam fracos. Dançar e cantar todos os dias para ela era exaustivo, mas eu sabia que, se a satisfizesse, haveria uma recompensa. Quando terminei a última música, caí no chão da gaiola, ofegante, suado, o peito subindo e descendo rapidamente. Roberta riu. — Ah, meu pequeno marido… você está tão lindo assim, todo molhado de suor… — disse, se inclinando para abrir a portinha da gaiola. Meus músculos estavam exaustos, mas, antes que eu pudesse me recuperar, seus dedos delicados me envolveram, me puxando para fora. Ela me segurou na palma da mão, erguendo-me até seus lábios. Seu hálito quente me envolveu, e ela lambeu os lábios devagar, me observando como se eu fosse um doce prestes a ser saboreado. — Eu quero provar o seu suor — ela murmurou. Sua língua quente deslizou pelo meu peito, saboreando cada gota do meu esforço. Ela gemeu baixinho ao sentir o gosto salgado, os olhos brilhando de excitação. Eu tremia em suas mãos, completamente rendido. Ela passou a língua pelo meu pescoço, pelo abdômen, lambendo cada gota do meu suor antes de finalmente me levar até sua boca. Seus lábios macios envolveram meu corpo, sugando-me devagar, sem pressa, como se estivesse apreciando um manjar divino. Ela me chupava com adoração, cada movimento de sua língua uma nova onda de prazer e submissão. Seu calor me envolvia por completo, e eu me entregava, sabendo que pertencia a ela. Roberta era minha dona. E eu era apenas seu pequeno brinquedo.

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