Luísa (20 anos) me olhava do outro lado do quarto, encostada na penteadeira, um leve sorriso nos lábios e um brilho de desafio nos olhos castanhos. Ela usava apenas uma camisola de seda preta, que se moldava perfeitamente ao seu corpo curvilíneo, deixando transparecer a pele dourada por baixo do tecido. Eu estava sentado na cama, observando cada movimento dela, meu coração acelerado pela antecipação. Luísa sabia do poder que tinha sobre mim e gostava de brincar com isso. Ela ergueu a perna lentamente, apoiando o pé na beirada da cadeira em que estava sentada, expondo mais da coxa e da renda da calcinha. — Vem aqui — ordenou, a voz baixa, mas cheia de comando. Me levantei sem hesitar, indo até ela. Antes que eu pudesse falar, Luísa segurou meu queixo entre os dedos e inclinou meu rosto para cima, me obrigando a encará-la. Seus olhos brilharam de desejo. — Hoje, eu quero você de joelhos — sussurrou. Engoli em seco, meu corpo já reagindo ao seu tom autoritário. Obedeci imediatamente, descendo para me ajoelhar diante dela, sentindo o tecido macio da camisola roçar no meu rosto quando me aproximei. Luísa acariciou meus cabelos devagar, os lábios curvados num sorriso satisfeito. — Quero sentir sua língua — murmurou, empurrando meus ombros para mais perto de suas coxas abertas. Com delicadeza, deslizei as mãos por suas pernas, afastando-as um pouco mais, enquanto beijava a pele quente e macia da parte interna das coxas. Ela suspirou, inclinando levemente o quadril para a frente, já impaciente. O cheiro da sua excitação invadiu meus sentidos, e minha boca salivou de desejo. Beijei por cima da renda fina da calcinha antes de puxá-la lentamente para baixo, deixando-a exposta para mim. Ela gemeu baixinho quando minha respiração quente tocou sua pele sensível. — Chupa — ordenou, os dedos se enroscando no meu cabelo. Minha língua encontrou seu grelinho inchado, e um gemido longo escapou de seus lábios. Comecei devagar, traçando círculos suaves, sentindo seu corpo se mover sob meu toque. Ela jogou a cabeça para trás, mordendo o lábio inferior, enquanto eu aumentava a pressão, alternando entre lambidas profundas e leves sugadas que a faziam se contorcer na cadeira. — Assim… isso… — ela gemeu, puxando meu cabelo com mais força. Eu me perdi no sabor dela, na sensação do seu corpo quente e trêmulo. Suas pernas se apertaram ao redor do meu rosto, me prendendo ali, mas eu não queria escapar. Minha língua brincava com seu clitóris, enquanto meus dedos percorriam seu sexo escorregadio, explorando-a sem pressa. Luísa começou a se mover contra minha boca, o ritmo dos seus quadris ditando o meu próprio movimento. Seu corpo inteiro vibrava, os gemidos ficando mais altos, mais urgentes. — Não para… mais… mais forte! — ela gritou, sua voz rouca de prazer. Eu a obedeci, sugando seu grelinho com mais intensidade, sentindo-a tremer à beira do orgasmo. Então, de repente, ela se arqueou para frente, um grito entrecortado escapando de sua garganta quando o clímax a atingiu como uma onda. Seus dedos se cravaram no meu cabelo, suas pernas se contraíram, e eu senti o sabor ainda mais intenso da sua excitação enquanto ela gozava em minha boca. Mas eu não parei. Continuei sugando e lambendo com dedicação, mesmo quando seu corpo se convulsionava de sensibilidade. — Ah… não… eu não aguento…! — ela ofegou, tentando afastar minha cabeça. Segurei suas coxas e continuei, determinado a fazê-la gozar novamente. Minha língua deslizava incessante sobre seu clitóris, explorando cada centímetro do seu desejo. Luísa estremeceu violentamente, um segundo orgasmo a dominando em questão de minutos. Seus gemidos ficaram mais desesperados, seu corpo tremendo de prazer, até que finalmente caiu para trás na cadeira, respirando pesadamente. Eu me afastei um pouco, observando-a enquanto passava a mão pelos cabelos, o peito subindo e descendo rapidamente. Seu olhar encontrou o meu, cheio de satisfação, mas também de algo mais: desejo insaciável. Ela sorriu preguiçosamente e puxou meu rosto para cima, capturando minha boca num beijo profundo, sentindo seu próprio gosto nos meus lábios. — Agora, deita na cama — sussurrou contra minha boca. — Ainda não terminei com você. Eu sorri, ansioso pelo que viria a seguir. Eu ainda estava de joelhos no chão, os lábios e a língua dormentes de tanto devorar Luísa. Meu rosto estava molhado, impregnado pelo sabor da sua excitação, e meu peito arfava, tomado pelo desejo insaciável que ela despertava em mim. Luísa, ainda recuperando o fôlego, passou a língua pelos lábios e me puxou para cima, colando seu corpo quente no meu. Seus olhos escuros estavam tomados pelo desejo e por algo mais: uma fome intensa, dominadora. — Agora é a minha vez de brincar com você — murmurou contra meus lábios, um sorriso malicioso brincando em sua boca. Ela me empurrou para trás, me fazendo cair sobre a cama. Subiu sobre mim devagar, a pele ainda úmida e ofegante do prazer que eu já tinha dado a ela. Seu corpo nu, quente e molhado, desceu lentamente sobre o meu, e eu soltei um gemido ao sentir o calor úmido de sua intimidade roçar minha pele. Luísa começou a se mover. Ela esfregava seu sexo molhado contra meu abdômen, deslizando devagar, deixando um rastro de calor e umidade por todo o meu corpo. Cada movimento era um toque de tortura deliciosa – o jeito como ela se pressionava contra mim, os gemidos baixos que escapavam de sua garganta, os arrepios que percorriam sua pele cada vez que sua excitação aumentava. Ela me olhava fixamente, mordendo o lábio, seus olhos cheios de luxúria. — Sente isso? — ela sussurrou, deslizando ainda mais para cima, arrastando seu sexo encharcado pela minha pele. — Você me deixou assim… e agora eu vou me satisfazer inteira em você. Eu gemi em resposta, minhas mãos deslizando pelas curvas do seu corpo, apertando sua cintura, sentindo seus músculos tensos enquanto ela continuava se esfregando em mim. Ela aumentava o ritmo, pressionando o clitóris inchado contra minha pele quente, se movimentando com fome, os seios balançando levemente a cada ondulação dos quadris. Sua excitação escorria por mim, seu prazer se intensificando a cada segundo. — Ah… sim… assim… — ela gemeu, inclinando a cabeça para trás, entregando-se totalmente à sensação. Seus movimentos se tornavam mais frenéticos, sua respiração cada vez mais entrecortada. De repente, ela travou as coxas ao redor do meu corpo e soltou um grito abafado, estremecendo de prazer. Seu orgasmo explodiu sobre mim, seus líquidos se espalhando ainda mais pela minha pele, enquanto seu corpo se contorcia em cima de mim. Mas ela não parou. Ofegante, Luísa continuou deslizando sobre mim, gemendo mais alto a cada nova fricção. Seu clitóris inchado e hipersensível roçava minha pele repetidamente, e eu podia sentir sua umidade aumentando, umedecendo meu peito, minha barriga, minha coxa. Ela me inundava de prazer, seu gozo escorrendo sem limites enquanto sua excitação não diminuía. — Eu quero mais — ela sussurrou, os olhos brilhando de luxúria. Ela desceu mais uma vez, arrastando seu sexo já completamente molhado pela minha coxa. Pressionou-se com força, movendo os quadris para frente e para trás, o rosto contorcido de puro êxtase. — Ahhh… sim… — seus gemidos ecoavam pelo quarto, se misturando ao som úmido do seu prazer espalhado por mim. Ela gozou de novo. Forte, intenso, avassalador. Seu corpo tremia sem controle, suas unhas cravavam em meu peito enquanto ela se deixava levar completamente pelo orgasmo. Mas ainda assim, Luísa não parou. Ela deslizou de volta para cima, agora esfregando sua intimidade contra meu rosto, me cobrindo completamente com seu desejo. Segurou meu cabelo e gemeu alto quando minha língua encontrou seu clitóris inchado novamente. Ela me montou, se movendo sobre minha boca, sua umidade cobrindo cada pedaço de mim. Meus lábios e língua exploravam cada gota do seu prazer, sugando, lambendo, adorando-a sem parar. Seus orgasmos vieram um atrás do outro. Ela gritava meu nome, o corpo trêmulo e entregue, me inundando completamente com seu gozo. Até que, finalmente, depois de incontáveis picos de prazer, Luísa caiu sobre mim, o peito arfando, a pele brilhando de suor e excitação. — Isso… foi… perfeito… — ela sussurrou contra minha pele, um sorriso satisfeito nos lábios. Eu passei os braços ao redor de seu corpo, sentindo seu calor, o cheiro do seu desejo ainda pairando no ar. — Você ainda não acabou comigo, né? — perguntei com um sorriso. Luísa riu baixinho, seus dedos traçando padrões preguiçosos na minha pele encharcada. — Ainda temos a noite toda. Eu soube, naquele momento, que ela me levaria ao limite mais uma vez. E eu não poderia desejar nada melhor.
Histórias sobre esposas, amigas ou namoradas gigantes e as formas de domínio sobre seus maridos, amigos namorados miniaturizados.
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