segunda-feira, 12 de maio de 2025

Jogo de Sedução

Alice, 19 anos, e Mateus, 25 anos. Amigos de faculdade. --- A noite estava quente, e o ar no bar era carregado de um misto de risadas, música baixa e o tilintar de copos. Alice cruzou as pernas devagar, a seda do vestido vermelho deslizando sobre sua pele macia. Seus olhos azuis escanearam o ambiente até pararem nele. Mateus estava do outro lado do balcão, segurando um copo de uísque entre os dedos. Ele a observava discretamente há algum tempo, mas ela sabia jogar esse jogo melhor. Um sorriso brincou em seus lábios enquanto ela se inclinava sobre o balcão. — Você tem o olhar de quem quer dizer alguma coisa, mas não diz. Mateus ergueu a sobrancelha, um sorriso de canto surgindo em sua expressão. — E você tem o olhar de quem já sabe o que eu quero dizer. Alice riu baixinho e levou o canudo do drink aos lábios, bebendo devagar, ciente de que seus movimentos chamavam atenção. — Talvez — sussurrou. Ele se inclinou mais perto, a voz rouca. — E se eu dissesse que quero descobrir o que acontece quando você se cansa de provocar? Os olhos dela brilharam com um desafio silencioso. Ela adorava esse jogo de poder, a tensão elétrica no ar, o modo como um simples olhar podia incendiar o ambiente. Alice não respondeu de imediato. Apenas pegou a mão dele e a guiou para a curva suave de sua cintura, deixando-o sentir o calor de sua pele por baixo do tecido fino do vestido. Mateus prendeu a respiração. Ela se aproximou, os lábios a um fio de distância do ouvido dele. — Então me descubra. A noite ainda estava só começando. --- Jogo de Sedução – Parte 2 A tensão entre Alice e Mateus era quase palpável. O bar ao redor deles parecia se dissolver em um borrão de luzes e sons abafados, enquanto o desejo crescia entre os dois. Ele segurou sua cintura com mais firmeza, sentindo o calor do corpo dela sob seus dedos. Alice não recuou – pelo contrário, inclinou-se ainda mais, seu perfume adocicado envolvendo os sentidos dele. — Você gosta de provocar — Mateus murmurou, a voz baixa e rouca. — E você gosta de ser provocado — Alice sussurrou de volta, seus lábios quase tocando a pele dele. Ele deslizou os dedos pela curva da cintura dela, subindo levemente até suas costas. Alice estremeceu sob o toque e, por um breve instante, seus olhos se fecharam. Mateus percebeu o efeito que causava nela e sorriu. — Quer continuar jogando ou prefere descobrir o que acontece quando deixamos as palavras de lado? Alice puxou o lábio inferior com os dentes, um brilho de desafio em seu olhar azul intenso. Sem responder, pegou a mão dele e a guiou para fora do bar, atravessando a rua iluminada pelos letreiros de néon. O hotel mais próximo ficava a poucos metros dali. Eles entraram sem trocar palavras, mas a tensão entre os corpos falava por si só. O elevador subiu lentamente, e cada segundo ali dentro foi um teste de resistência. Mateus encostou Alice contra a parede espelhada, segurando-a pela nuca, os olhos queimando de desejo. — Você tem certeza disso? — ele perguntou, sua voz carregada de antecipação. Ela deslizou os dedos pelo peito dele, subindo até seu pescoço, puxando-o para mais perto. — Eu nunca quis algo tanto quanto quero você agora. As portas se abriram, e eles entraram no quarto sem perder tempo. O silêncio do ambiente era quebrado apenas pela respiração acelerada dos dois. Mateus puxou Alice pela cintura, prendendo-a contra si, e finalmente capturou seus lábios em um beijo profundo e faminto. Alice suspirou contra a boca dele, seus dedos deslizando pelo tecido da camisa, ansiosos para sentir a pele quente por baixo. Ele correspondeu, descendo as mãos até suas coxas e erguendo-a com facilidade. — Você me deixa louco — ele murmurou entre os beijos, arrastando-a até a cama. Alice sorriu contra os lábios dele, os olhos brilhando de desejo. — Então me mostre o quão louco eu te deixo. E naquela noite, entre lençóis amassados e suspiros entrecortados, eles descobriram juntos os limites desse jogo de sedução. --- Jogo de Sedução – Parte 3 A respiração de Alice estava entrecortada quando suas costas tocaram os lençóis macios. O quarto estava iluminado apenas pela luz suave da cidade que entrava pela janela, lançando sombras sobre o corpo de Mateus enquanto ele pairava sobre ela, os olhos carregados de desejo. Ela correu os dedos pelo peito dele, sentindo o calor da pele sob a camisa, e começou a desabotoá-la lentamente. Cada botão desfeito era um convite silencioso para que ele se rendesse ao que ambos desejavam. Mateus observava cada movimento com atenção, fascinado pela maneira como Alice dominava o momento sem pressa, sem hesitação. Quando ela terminou de tirar sua camisa, ele deslizou as mãos por suas coxas e subiu devagar, traçando um caminho de arrepios por sua pele. — Você gosta de provocar — ele murmurou contra os lábios dela, seu corpo pressionando-se contra o dela com um controle quase cruel. Alice sorriu, puxando-o para mais perto. — E você gosta de ser provocado. Ele riu baixinho antes de beijá-la de novo, dessa vez mais profundo, mais urgente. As mãos dele encontraram o tecido fino do vestido, e em um único movimento, o deslizou para cima, expondo a pele macia e quente que ele ansiava tocar. O ar no quarto estava carregado de desejo quando os corpos finalmente se encontraram, pele contra pele, sem barreiras entre eles. Alice arqueou as costas ao sentir os lábios dele explorando cada centímetro de seu pescoço, seu ombro, descendo devagar. Mateus se demorava, aproveitando a forma como o corpo dela reagia a cada toque, a cada suspiro. Ele queria gravar aquele momento na memória, queria prolongar o prazer, mas a urgência nos olhos de Alice era clara. — Agora — ela sussurrou, puxando-o para si. E então, sem mais esperas, ele se entregou completamente ao momento. A noite seguiu com movimentos ritmados, lentos no início, explorando cada sensação ao máximo. O quarto se encheu de suspiros, gemidos abafados e a música suave da cidade ao fundo, um contraste perfeito com a intensidade entre eles. Alice se segurava nos ombros dele, suas unhas traçando caminhos invisíveis por sua pele. Ela queria sentir tudo, cada arrepio, cada tremor, cada centímetro dele se movendo dentro dela. O ritmo aumentava, os corpos encontravam o encaixe perfeito, e quando finalmente o ápice chegou, veio como uma onda que os envolveu completamente. O silêncio se instalou no quarto depois que tudo terminou, apenas suas respirações pesadas preenchendo o espaço. Mateus deslizou ao lado dela, puxando-a para si, os dedos desenhando padrões suaves em sua pele aquecida. Alice sorriu, satisfeita, e aninhou-se contra ele. — Então… o que você acha desse jogo? Mateus riu, beijando seu ombro. — Acho que podemos jogá-lo mais vezes. Ela fechou os olhos, exausta, mas completamente satisfeita. E naquele momento, soube que aquela seria apenas a primeira de muitas noites como aquela.

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