segunda-feira, 12 de maio de 2025

Emanuelle, de 25 anos tem total controle sobre seu marido Carlos, de 35 anos.

--- Submisso ao Prazer de Emanuelle O mundo pertencia às mulheres. Elas eram mais altas, mais fortes e mais poderosas. Desde os tempos antigos, a sociedade evoluiu para um modelo onde os homens eram os companheiros obedientes e dedicados de suas esposas, devendo servi-las com lealdade e submissão. Carlos sabia disso desde pequeno. Cresceu ouvindo que, um dia, teria a sorte de ser escolhido por uma mulher forte, que o guiaria e tomaria todas as decisões por ele. Quando Emanuelle apareceu em sua vida, ele soube que sua dona estava ali. Emanuelle tinha **1,90m de altura**, uma presença marcante e um olhar que fazia qualquer homem se curvar sem resistência. Seu corpo esguio, mas firme, exalava autoridade e desejo. Seus cabelos negros caiam em ondas sobre os ombros, e seus olhos verdes o analisavam sempre com uma mistura de carinho e domínio. Desde o casamento, havia estabelecido regras claras: **Carlos não deveria falar sem permissão**. Ela nunca explicou o motivo – e ele nunca ousou questionar. O silêncio era sua linguagem. E foi assim que, noite após noite, ele aprendeu a expressar tudo o que sentia através do toque, dos gemidos contidos e da forma como se entregava a Emanuelle sem resistência. Naquela noite, como em todas as outras, ele esperou por ela ajoelhado ao lado da cama, apenas vestindo um tecido fino que marcava seu corpo pequeno comparado ao dela. O quarto estava iluminado por uma luz suave, e a presença de Emanuelle preenchia cada canto do ambiente. Ela entrou no quarto lentamente, descalça, sua camisola de seda deslizando sobre o corpo alto e curvilíneo. **Aproximou-se de Carlos e segurou seu rosto delicadamente entre os dedos, o polegar traçando um caminho lento sobre seus lábios fechados.** — Você tem sido um bom marido? — perguntou, a voz baixa e carregada de domínio. Carlos apenas assentiu, sem emitir um som. Ela sorriu. — Bom menino. Ele sentiu o calor crescer dentro de si. Não havia nada mais prazeroso do que a aprovação dela. Emanuelle sentou-se na beira da cama, cruzando as pernas longas e observando-o por um instante. Então, lentamente, puxou-o para seu colo, fazendo com que seu pequeno corpo se encaixasse entre suas coxas firmes. Carlos fechou os olhos e sentiu o calor do corpo dela envolvê-lo. Ela segurou sua nuca, inclinando sua cabeça levemente para trás. **Aproximou-se e deslizou os lábios sobre sua pele, deixando beijos úmidos pelo pescoço.** Carlos segurou a respiração, sentindo a excitação percorrer cada parte de seu corpo. — Você sabe o que eu quero — sussurrou. Carlos não precisava de palavras. **Ele respondeu com o corpo, com os gestos, com a devoção absoluta a cada toque e carícia.** Ele adorava como Emanuelle o guiava, como o controlava sem precisar de palavras severas. Apenas seu olhar era suficiente para fazê-lo obedecer. Ela o deitou sobre a cama e o explorou com mãos firmes e exigentes, arrancando cada suspiro e tremor de prazer dele. **Ela não precisava ouvir sua voz. Seu corpo já falava tudo o que era necessário.** E naquela noite, como em todas as outras, Carlos mostrou o quanto era submisso ao prazer de Emanuelle.

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