segunda-feira, 12 de maio de 2025

Ele será dela. Para sempre.

Ingrid, 23 anos e Tony, de 30 anos. Tony nunca imaginou que sua infidelidade custaria tanto. Quando Ingrid descobriu sua traição, não gritou, não chorou. Em vez disso, sorriu de um jeito perigoso e disse apenas: — Você nunca mais vai enganar outra mulher. Nunca mais vai tocar outra que não seja eu. Antes que ele pudesse reagir, sentiu o corpo formigar, os membros encolhendo, a visão girando até que tudo se tornou escuro. Quando a consciência voltou, ele estava preso, rígido, incapaz de se mover. Sentia o calor, a umidade… e então percebeu. Ele estava na boca dela. Transformado em um pequeno piercing de metal na língua de Ingrid, Tony se via aprisionado em um novo mundo de sensações avassaladoras. Ele podia sentir a textura úmida da carne que o rodeava, os movimentos suaves e dominantes da língua dela que o carregavam de um lado para o outro. O céu da boca se curvava acima dele como uma cúpula, e a respiração quente era um constante lembrete de que ele pertencia a ela, submisso, impotente. — Espero que esteja confortável, amor — Ingrid murmurou, a voz reverberando por toda a cavidade oral enquanto ela se olhava no espelho e exibia o pequeno piercing brilhante na ponta da língua. — Porque é aqui que você vai viver agora. Cada palavra que ela dizia fazia seu novo corpo vibrar. Ele sentia o calor da saliva, o hálito levemente adocicado sempre envolvendo sua existência. Não havia descanso. Sempre que ela falava, ria ou suspirava, ele era sacudido junto com a língua, pressionado contra os dentes, esmagado contra o céu da boca. E então vieram as refeições. Ele só podia comer o que Ingrid decidisse. Quando ela tomava um gole de suco, sentia o líquido morno deslizar sobre ele, misturando-se à saliva e envolvendo-o completamente. Quando ela mordia uma fruta, o sabor explodia ao redor dele, o doce, o ácido, tudo o que ela saboreava tornava-se a única coisa que ele poderia experimentar. Mas o pior era quando Ingrid ficava excitada. O calor da respiração dela mudava, tornava-se mais intensa, ofegante. Ela brincava com a língua, arrastando-o contra os dentes, chupando-o devagar como se provocasse algo dentro de si. — Está sentindo, amor? — ela sussurrava, deslizando a ponta da língua sobre os lábios. — Você está me dando prazer agora, mesmo sem poder fazer nada. Tony estava condenado a essa prisão molhada e quente, onde sua punição era ser o brinquedo dela, sentindo cada detalhe do desejo e da fome de Ingrid sem jamais poder tocar ou reagir. Ele era dela. Para sempre.

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