segunda-feira, 12 de maio de 2025

Roberta, 19 anos, e Daniel, 23 anos.

O mundo havia mudado. Décadas antes, uma experiência genética transformou as mulheres em gigantescas deusas de pele macia e curvas imponentes, enquanto os homens, agora miniaturizados, viviam à mercê delas, servindo como pequenos companheiros, brinquedos ou, para algumas, meros enfeites de estimação. Roberta adorava esse novo equilíbrio de poder. Ela era uma mulher voluptuosa, com longos cabelos negros que caíam como uma cortina sedosa sobre seus ombros, e olhos escuros que brilhavam com uma malícia constante. E dentro de uma gaiolinha dourada, acomodada sobre sua penteadeira luxuosa, vivia seu marido, Daniel, um pequeno homem de pouco mais de quinze centímetros, cuja vida se resumia a assistir, desejar e ser provocado pela sua esposa gigante. Todas as noites, Roberta repetia o mesmo jogo cruel e delicioso. Ela se aproximava da gaiolinha apenas de roupão, os lábios carnudos curvados em um sorriso cheio de promessas. Abaixava-se, deixando sua presença avassaladora envolver o pequeno Daniel, e então abria lentamente o tecido do roupão, revelando sua nudez por baixo. — Se conseguir sair, querido… — ela sussurrava, deixando os dedos correrem sensualmente sobre sua própria pele, descendo pela barriga até chegar ao meio de suas pernas, onde sua intimidade úmida e quente pulsava diante dele. — Você pode me ter todinha. Daniel, já ofegante, se agarrava às grades da gaiola, seus olhos arregalados diante do espetáculo erótico que Roberta proporcionava. A pele dela era um universo inexplorado para ele, e cada detalhe, desde o brilho úmido entre suas coxas até o jeito que ela mordia o lábio inferior, fazia seu corpo responder com um desejo avassalador. Ele tentava, noite após noite, encontrar um jeito de escapar. Tentava escalar as grades, forçar a portinhola, qualquer coisa para alcançar o corpo imenso e sedutor que se exibia sem pudor para ele. Mas era impossível. Roberta ria ao vê-lo se debater, e, como castigo por sua impotência, ela se reclinava sobre a cadeira, afastava bem as pernas e tocava-se bem ali, na frente dele, gemendo seu nome enquanto ele assistia, desesperado. — Ah, meu amor… você não tem ideia do que está perdendo — ela provocava, os dedos deslizando para dentro de si, enquanto seus olhos semicerrados o observavam. Daniel gemia, tão duro e frustrado que chegava a doer. Ele se esfregava contra as grades, sentindo o cheiro delicioso que ela exalava, enquanto sua própria necessidade crescia a cada movimento lento que Roberta fazia para se levar ao clímax. E quando ela finalmente gozava, estremecendo inteira, deixando escapar um gemido longo e satisfeito, Roberta se debruçava sobre a gaiolinha, ainda ofegante, e soltava uma última provocação: — Talvez amanhã você tenha mais sorte… ou talvez eu só continue me divertindo vendo você se desesperar. Ela ria baixinho, dando um beijo suave no topo da gaiola antes de apagar as luzes, deixando Daniel sozinho, excitado e à beira da loucura, condenado a mais uma noite de desejos insaciáveis que apenas sua esposa gigante podia satisfazer.

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